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OFJ - concurso vergonhoso e mal feito!

É uma vergonha na capa da Zero Hora : 16 fraudam o concurso!!!! Só um pouco, será que foram só 16? Quantos não perderam a oportunidade de estarem trabalhando????????????? Perderam a oportunidade por causa dessas vergonhas!!!!! E daí me continuam num concurso só trocando a banca!!! Indignação sem volta!!!!!!!!
A questão é que não era Eu quem seria a suposta dona das estrelas lá no céu. Muito pelo contrário, pelo visto! Era eu uma nuvem passageira, daquela que ofusca o brilho das outras. Abençoado fosse o sono dos inocentes
Desculpe meu amor, se só te quero por palavras. Lamento ser assim, não te amar cara-a-cara. Tamirez P.

Reflexões Voluntárias I

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Pois bem, chega o momento, depois de uma fase de exaltação obrigatória do espirítico, como refúgio de acontecimentos desagradáveis, em que bate a nostagia ou a falta de alguma coisa. Primeiramente, como uma ansiedade desmedida; a posteriori, uma fome incontrolável, como se nada satisfazesse o seu próprio eu. Então, surge uma memorável alternativa: a válvula de escape. Ela pode ser espontânea ou pensada. Como assim? A espontânea, que já é traduzida pelo próprio termo, surge ao acaso e vem com uma programação sugestiva. Você aceita e vai se divertir, aproveitar o momento. Aliás, nada como uma bela oportunidade nova. Assim, você fica embriagado de uma contagiante vibração de sucesso. Ponto - até que você retorna ao começo. Aliás, o caminho de volta é por um lado bom , por conta do descanso; por outro lado dissonante, devido ao fim da programação de escape. Portanto, novas horas anunciam-se sem ter o que fazer, até recriar um no campo de alternativas. Você fica pensando como algumas pes...

Domingo Chuvoso

Raios e trovôes, Alguém me explica o raio do sentido do amor? Que latência é essa que bate à alma, Como quem pede um abrigo no aconchego do peito? Existe o amor, sentir e ser? Ou dane-se, nada mais é que a abstração mais volúvel da faculdade do homem. Eu tento explicar, mas me individo comigo mesma. Será o amor a saudade do nada em meio a tudo? Será a saudade o pensamento brotante espontâneo? Até então tenho dúvidas. Explique-me, por favor!

Um estúpido não saberia o que fazer com um coração!

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- De todo modo - disse o espantalho-, eu pedirei um cérebro, não um coração, porque um estúpido não saberia o que fazer com um coração, se tivesse um. - Eu pedirei um coração - respondeu o homem de lata -, porque o cérebro não dá felicidade, e a felicidade é o melhor que há no mundo. L. Frank Baum, O Mágico de Oz

É bom ter um bom livro!

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Umas das melhores coisas de se ter dinheiro é poder entrar numa livraria, procurar títulos interessantes e levá-los para casa, com um ar de pertencimento e amizade com aquela nova obra. Alguns livros recomendados, por amigos ou por professores na faculdade, outros por mera curiosidade, como quem descobre segredos úteis para o dia-a-dia. Eis a dádiva de ter um bom livro.