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Mostrando postagens com o rótulo Artigos-Com-Z

O Alfaiate

        Um Senhor de idade ou alguém abatido pela mendiga vida que leva. Um pobre homem sentado à sombra de um Cinamomo , no pasto verdinho pela intensa umidade da última semana de inverno chuvoso. Alguém que poderia ser um ladrão ou um pedinte, causando um certo temor nas pessoas que o viam ou tinham que próximo a ele estar por alguns instantes, na sinaleira ou na calçada. Agora imaginem, um mendigo numa esquina movimentada da Ramiro Barcelos ,com a Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, sentado na grama com seus objetos e muito retalhos de tecidos.                Isso -além do triste fato daquele homem ali naquela vida medíocre, suja, com roupas velhas e encardidas e todas essas coisas mais que podemos sentir fome, sede, necessidade de um lar e não ter etc – chamou-me uma primeira impressão depreciativa e revoltada com a sit...

Azaléia ...

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Em 2006, visitei a fábrica da Azaléia em Parobé. Foi uma visita técnica promovida pela Escola Técnica da UFRGS durante o curso técnico em Secretariado. Fiquei impressionada com a imensidão do local, com seus mega pavilhões, saguões. Chegamos no período do intervalo do almoço, vimos a grande quantidade de trabalhadores de jalecos azuis. O propósito da visita era o de conhecer a estrutura de uma grande empresa. Fomos recebidos com salgadinhos e refrigerantes como também presenteados com CD’s do Coral de Funcionários da Azaléia. Tudo bastante agradável administrativamente. Ao sairmos para os pátios, onde ficavam os imensos galpões, deparei com aquela visão de fábrica dos Tempos Modernos. Pessoas, lado a lado, sem conversarem, repetindo a mesma tarefa numerosas vezes ao dia, com protetores auriculares devido ao enorme ruído que as máquinas de costura emitiam. Assim, estava ali o trabalhador proletariado, modernamente adaptado. Pois bem, com a notícia dessas 800 demissões pairando sobr...

PARTE 1 - Construindo um raciocínio...

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O ser humano é um bicho movido por sentimentos mais diversos possíveis. Não há nada comparável com a quantidade de cálculos emocionais que o homem, na sua plenitude sentimental, não possa criar, imaginar, sonhar e delirar. Ele sai da realidade. Químicas das mais diversas interagem no seu corpo frágil e sua cabeça fraca, pois “quase” todos temos mentes passíveis das mais diversas paixões humanas – nos seus sentidos mais amplos- tal como a raiva, o amor, a saudade, entre outras. Conforme o acúmulo de vivências e de observações alheias, ele pode compreender e saber conduzir melhor suas vivências privadas. Os erros fazem parte desse processo lento de análise do mundo; cabe a ele, portanto, mastigar essas informações que podem refletir tanto no seu interior quanto nos seus reflexos em benefício próprio. Portanto, o ser que reflete antes de agir tem mais chances de êxito na sua empreitada do que aquele que age impulsivamente, atropelando etapas da construção das relações humanas. As constr...

Trânsito Gaúcho

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Todos os dias em nossas páginas de jornal, em nossas notícias no rádio ou na televisão, em nossas conversas informais entre amigos e familiares, o assunto fatalidades no trânsito está presente e respinga lágrimas de saudade dos familiares, de imprudência, de negligência, de imperícia dos condutores. Não cansamos de contar história novas ou ouvi-las: Quem morreu? Quantos? Nossa! Tão novos! Colisão? Passou o sinal vermelho? ... No entanto, mesmo com todos esses fatos verídicos sobre o trânsito, a consciência do cidadão motorista parece estar cega às regras, ao bom-senso no uso do direito de conduzir veículos e ao respeito à vida do outro ser humano que – assim como quem causa o acidente ou comete a impunidade – é frágil também perante à barbárie das colisões e dos metais retorcidos. Sozinho, o Estado Democrático de Direito - no uso do seu poder de coação do cidadão, o qual abusa do direito concedido para dirigir seu veículo automotor nas ruas de nossas cidades , uma via pública e não ...

ARTIGO : Lula e Brasil no Pódio!

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O Lula e o Brasil estão no pódio. É fato! E eu fico feliz por isso. Vejo muitas pessoas por aí criticando a vinda dos Jogos Olímpicos como se só no Brasil acontecesse coisa ruim. Veja que bom pro nosso país um evento dessa magnitude? Não era de se duvidar que o Brasil fosse ganhar a sede dos Jogos. Somos o país de maior repercussão mundial dos últimos tempos.   Está certo que aqui a corrupção já ultrapassou os limites, como se isso devesse existir, tornando-se algo banal. Todo mundo sabe que eles fazem, mas ninguém faz nada! Infelizmente, vivemos a democracia dos perdedores. Falou-se dos desvios de recursos na construção dos Jogos Pan-Americanos. Se for por isso, não estaremos livres , vem aí a Copa do Mundo e, na seqüência, Jogos Olímpicos. Se haverá outras milhares de irregularidades fiscais, basta agirmos como cidadãos brasileiros e exigir desses governos resolutos algo expresso em nossa bandeira nacional : “ Ordem ( nesse galinheiro de desvios) e Progresso ( nessa pocilga d...

O Mundo das Compras

Ir ao shopping parece auto-sugestivo. Ainda mais em época de nova estação na moda: primavera-verão. Mas não importa a época, comprar roupas, acessórios e sapatos novos também parece ser auto-explicativo: roupa nova sempre é bem-vinda. Não adianta, consumir parece algo nato na nossa personalidade. O shopping, com combinações lindas e preços altíssimos, é uma tentação para quem tem dinheiro e uma frustração para quem não o tem. Mas não me agrada muito lá aqueles preços exorbitantes. Melhor é olhar as tendências e ir comprar em lugares mais acessíveis ao bolso. Ou esperar o Natal! A questão é a seguinte: se comprarmos tudo que vemos e achamos bonito, é tanta coisa mais linda que a outra, que fiquei a pensar: Se eu tivesse comprado tudo que eu gostei, em que lugar eu colocaria e usaria tudo aquilo? O carro ia ficar transbordando em pacotes e sacolas. Então pensei... Não consumir com os olhos e com o cartão de crédito é um exercício de autocontrole. Porque o “gastar” tem razões que a ...

Há Tesouros na Praça - EXISTE SANTO DO PAU OCO?

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A expressão é usual, mas as pessoas pouco sabem o verdadeiro motivo disso. Até a própria História não afirma concretamente. Acredita-se, pela cultura popular, que o “santo do pau oco” é aquela pessoa desvirtuada dos preceitos morais e da boa fé. Em verdade, existem sim santos de pau oco os quais eram talhados em madeira na época das Missões Jesuíticas, no Rio Grande do Sul, pelos índios catequizados. Por isso, a expressão ganhou a caracterização popular nomeando aqueles que aplicam golpes de “santo do pau oco”. No último dia 28 de agosto, estive visitando o Museu Júlio de Castilhos, a instituição musiológica mais antiga do Estado, em Porto Alegre. Lá, na seção destinada à história das Missões, a escultura do Santo São Francisco Xavier, talhada em madeira pelos índios, exemplifica o porquê dessa expressão que usamos às pessoas caloteiras. As imagens dos santos possuem cavidades interiores, ou seja, buracos proporcionais ao tamanho de partes das estátuas. As teorias acerca das prováveis...

Há Tesouros na Praça - Monumento Central da Praça Matriz - Júlio de Castilhos

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O monumento central da Praça da Matriz de Porto Alegre homenageia Júlio de Castilhos, que foi governador do Estado do RS no final do século XIX (1893 a 1899), e líder do positivismo no RS. Tal movimento teve, depois, influência no resto do Brasil, durante o período do presidente Getúlio Vargas, na década de 1930. O monumento em bronze (construído em 1913, na gestão do governador Carlos Barbosa) foi desenvolvido pelo escultor Décio Villares, que também fez o desenho da atual bandeira do Brasil, contendo a inscrição positivista "Ordem e Progresso"; Júlio de Castilhos nasceu em 1860, no município que tomou seu nome: Júlio de Castilhos. Diplomou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde tomou contato com as idéias positivistas do filósofo francês Augusto Comte. Em 1893, na revolução federalista, derrotou os "maragatos" (federalistas e monarquistas, liderados por Gaspar Silveira Martins, que usavam lenços vermelhos) como líder dos "pica-paus republicanos...

Há Tesouros na Praça - Deusa Themis

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O arquiteto, Carlos Maximiliano Fayet, responsável pela obra do Palácio da Justiça, construído na década de 50, após o antigo prédio irmão gêmeo do Teatro São Pedro ter pegado fogo, havia projetado inicialmente a estátua da deusa na parede sul de frente para a Praça Matriz, mas os recursos na época da construção eram limitados não possibilitando esses adereços. A estátua foi colocada na última reforma do Palácio da Justiça. Três guindastes, mais ou menos, foram necessários para erguê-la até o alto da parede de frente para a Praça Matriz, num trabalho de 4 horas. Feita de bronze, ela mede 4 metros de extensão. A parede precisou ser reforçada para comportar o peso da estátua, se não me engano, em torno de 3 a 4 toneladas. A verdadeira deusa Themis não tinha os olhos vendados como na estátua. Isso fora criação da Idade Média. O idealizador da obra mostrou que, para ele, a Justiça deveria continuar com os olhos bem abertos, para ver tudo e não passar nada despercebido. Além, ele subst...

Concurso Público - remédio ao futuro proletariarismo privado

Os jovens estudantes, antigamente, buscavam em cargo públicos uma renda para sustentar-lhes a vida acadêmica durante a Faculdade até formarem-se, pois só a mesada dos pais não lhes era suficiente, com exceção de poucos e raras. Isso, um retrato impresso em alguns livros de época que li. Ter um cargo público era, e de certo modo agora o é mais ainda, sinônimo de remuneração certa, de qualidade e de tranqüilidade. Tanto jovens estudantes como adultos agora parecem competir nessa mesma dicotomia: trabalhar e estudar. No entanto, poucos são os que estudam em universidades públicas ou gratuitas, por exemplo, por bolsas de estudo pagas pelo governo. Assim, as particulares em dois sentidos exploram o bolso do aluno regular: forçando-os a serem proletários do sistema capitalista para comprar ensino muitas vezes desleixado e limitando-os, digo, "não os privando de vontade", mas em cansaço, ao estudo ostensivo para alcançarem postos maiores. Por isso, divergir do habitual e adianta...

Alô alô, surrealismo, por Flávio Tavares*

A sociedade de consumo criou a figura única do consumidor e fez desaparecer o cidadão. Passo a passo, a ânsia de consumir ofusca as concepções ou teses filosófico-religiosas que explicam a existência e apresentam a vida como uma passagem em busca da transcendência – seja da pessoa ou da sociedade. O espírito religioso continua, mas as chamadas “novas igrejas” (aquelas surgidas do nada, como cogumelos na relva após a chuva) ganham adeptos propagando a ideia da cobiça e do consumo, não a da solidariedade, caridade e amor. Tudo o que se faz hoje, faz-se para consumir. Nessa voragem, somos vistos apenas como grupo ou tropa compelida a “ter coisas e objetos”. Nada mais. Nessa sociedade que manda consumir, porém, é comum o descaso das grandes empresas com relação a quem consome. Se já não bastassem os códigos Civil e Penal, nem o Código de Defesa do Consumidor trava a ânsia de lucro fácil, próximo à rapina, de algumas delas, principalmente no setor de serviços. Nunca havia entendido, por...

Somos Cientistas do Nosso Destino

O nosso cotidiano é uma forma clara de fazer ciência através de nossas observações mais perspicazes do dia-a-dia. Podemos nos tornar humildes cientistas por causa das construções da realidade trabalhadas pela nossa consciência mediantes asserções ou falsificações observadas na realidade que nos rodeia. Por isso, não podemos descartar os pequenos aprendizados diários na construção do nosso caráter e do nosso futuro. Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência do Séc. XX, teorizou a refutação das teorias científicas como forma de testar sua veracidade. Na vida, muitas vezes, o ser humano inconscientemente vai elaborando sua teia de suposições as quais, com o passar dos anos - através de um amadurecimento-, as vai aprimorando ou as vai denegando a validade durante a ação de fatos importantes nas suas relações familiares, sociais e profissionais. Assim, refutar atitudes que não foram positivas é uma forma de fazer uma ciência interna mentalmente tornando-se um poderoso instrumento ...

A sorte existe ou nós somos sempre os donos do livre-arbítrio?

Existe a sorte ou somos nós os donos do livre-arbítrio? Muitos filósofos julgam o livre-arbítrio, capacidade de o ser humano escolher suas próprias decisões, como a resposta para o rumo e a trajetória ao longo da história de nossas vidas. Outros falam de sorte – a popular luz do além , ou mão de Deus. Mas será que , em vez de uma anular a outra, elas não seguem juntas como um complemento no resultado final que conhecemos todos os dias quando pensamos : “ Se eu tivesse ido por aquela rua, se eu não tivesse dito aquilo, se eu tivesse mais alguns minutos...”. Ou seja, o livre-arbítrio e a sorte caminham lado a lado ou não se relacionam? Todos os dias nós enfrentamos desafios de pequeno, de médio ou de grande porte. Na maioria das vezes, nós ficamos receados quanto à decisão que tomamos. Outras são tão inconscientes que nem sequer paramos para refletir sobre o assunto. No final das contas, ou nos engrandecemos com os resultados, ou nos decepcionamos com a realidade. No entanto, isso ...

A Falta de Tempo e de Silêncio

As horas passam rápidas. Mal dá tempo para vivê-las. Cochilar por alguns instantes é perder a noção do perigo. Dormir por horas consecutivas é perder o dia que rodopia. Por isso, talvez, só sirva a madrugada para não ter vida. É nesse momento que os homens juntos dormem esperando para a sabatina de mais um dia. O Mundo então vai acordando e vivendo o tempo o qual os deuses criaram. E como ter tempo num mundo sem tempo para si mesmo. Esse Mundo o qual procede de forças que desconhecemos – sobrenaturais –, pois, apenas, cientificamente descrevemos e misticamente acreditamos nas teses e nas crenças contadas por nós mesmos no decorrer dos séculos. Por esse motivo é que vivemos um mundo extrapolado de mentiras, pois nem mesmo mais o próprio Mundo se reconhece. E, conforme vamos refutando a existência da vida prática em função dos sentimentos, vamos nos alienando em função do tempo. Se mal existe o tempo, creio que o silêncio também não. Não esse silêncio da vida moderna, mas aquele tran...

O Espírito das Leis do Brasil

A Constituição da República dita os certames democráticos para a política no Estado brasileiro. Concede a alguns cidadãos – muitas vezes, na sua maioria, prolixos - o direito de representar (nós) o povo que por vir dele sabemos que estão sujeitos às conseqüências de um país em desenvolvimento que já sofre impaciente de educação precária, concentração de riqueza e todo tipo de barganha regada a muita corrupção. São essas algumas características de nosso Estado doente e de nossos futuros e hereditários legisladores que deveriam dar nossa “face” a coisa pública, sem levar em consideração suas próprias intenções particulares. Tamirez Paim

Lágrimas também rendem "dinheirinho", mas não seje mercenário !

Muitas pessoas reclamam e choram sem saber a verdade da dor. Está certo que chorar faça lá seu bem pro nosso organismo, mas chorar descabidamente, também é ironia. Esses dias, lendo uma revista essas sem conteúdo muito político ou científico, mas de sabedoria popular ou coisas para noveleiras lerem, descobri uma senhora com uma profissão de desde os tempos do Egito , labutada onerosamente pelo contratante : chorar em velórios. Chorar em velórios, sim! A idéia está no fato de ser moralmente muito feio um velório sem lágrimas, ou lágrimas compulsivas, a ponto de comover a cerimônia cadavérica. Mas fazer escarcéu em uma cerimônia religiosa desse tipo pode ter também suas conseqüências legais, é verdade, nos cita o Código Penal. Aliás, veja a importância dessa cerimônia religiosa, que pode ser de diferentes cultos, pois o que se afronta não é o corpo do falecido -que Deus o tenha! E sim a coletividade, ou seja, parentes e amigos presentes no momento do enterro. Atores para serem bons, ...

ÍNDIOS MODERNOS - DIA DO ÍNDIO

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Dia 19 de abril foi Dia do Índio e eu jamais poderia deixar de escrever algo em relação a isso, pois desde pequena me interesso pelo assunto e considero e eleva importância a preservação desse povo que também é brasileiro ou teve que se tornar. A realidade é visível e cruel para a essas populações que descendem de muito antes da maioria de nós, pós-Cabral, frutos da imigração de diferentes etnias. Aliás, somos hoje também essa mistura de raças e credos. É egoísta de nossa parte achar que eles são seres HUMANOS brasileiros diferentes de nós. Certa vez, não faz muito tempo, caí numa piadinha bem banal, jurando eu se tratar de índios brasileiros, e eram aqueles americanizados índios de bang-bang que agora se apresentam no centro de Porto Alegre, não sei a origem verdadeira deles, mas me nego a ver aquilo. Quando penso que a arte indígena, ali expressada naqueles pequenos animas esculpidos em madeira ou colares, muitas vezes até feitos por outros artesões não pertencentes da cultura i...

Navegar é fácil, difícil é viver

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"Navegar é preciso; viver não é preciso." Fernando Pessoa É fácil viver a vida como um desses livros de FAÇA VOCÊ MESMO , estilo passo a passo americano, ou auto-ajuda mesquinha que mais lucra em cima das frustrações das pessoas do que realmente ajuda, pois mais fácil é viver bem “medicadinha”, ou mais chique ainda é sofrer de Síndrome do Pânico, uma doença pós-moderna! É fácil viver de conselhos da mãe, dos vizinhos, pois difícil mesmo foi ter levado cabeçada no trem da vida. Doeu? Dói? Tem que doer. Abaixo a essas teorias da Inexistência do Não, sofrimento também é aprender e aprender bem. Agora, bancar o burro, meu amigo, não é este o mérito que proponho. Falo do sofrimento, esse que enriquece nossos neurônios das mais pérfidas intenções alheias ou das nossas próprias fraquezas. Esse sim vale ouro. Posso desfrutar dos instrumentos da navegação – céu, lua, estrelas, luneta, bússola, norte, sul, leste e oeste – condições do mar? Perfeitas! Prosseguir, capitão! Velas? ...

Jaz em PAZ gato

A morte é igual a que vi em meus olhos hoje, a morte do corpo que ainda tenta sobrevier, em espasmos involuntários do diafragma buscando um resto de ar, que ainda tem direito no mundo dos espíritos que dão estrutura à matéria do corpo, inconscientemente. Nunca tinha visto este pobre animal/animais que apareceu aqui, mas mais uma vez culpo o homem imbecil que os deixa procriar e os abandona, ou os usa como mercadoria nos balcões das agropecuárias. Sou contra ao comércio de animais de qualquer natureza, isso já cria por si só aquilo que “presta” , aliás é de marca, daquilo que é “ralé”, tipo os cães de rua, guaipecas, vira-latas, cuscos dos mais variados. É isso... é isso que vejo... os coitados não têm culpa, os verdadeiros cúmplices dessas maldades são as pessoas. Podem até não gostar do que digo, mas experimente ficar sem comer até sentir a dor da fome, a secura da sede, os arrepios do frio, as dores das feridas, daí um dia tu vai saber o que é certo e errado nessa vida! Já estou ...

O Secretariar e o Turismo

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Opinião sobre o papel do profissional de Secretariado e da importância na atividade do turismo. O profissional de Secretariado tem uma imensa importância no mercado de trabalho por possuir um conhecimento ágil e dinâmico das rotinas administrativas nas áreas em que atua. São colaboradores essenciais à organização da empresa e dos gestores. Além do conhecimento técnico-administrativo, como redigir documentos, organizar agendas e arquivos, possuem uma ampla teorização dos recursos e das relações humanas em geral. O Secretário(a) é um profissional muito requisitado no mercado, mas tendo em vista o baixo desempenho de muitos nos sistemas empresariais, sem o devido diploma de qualificação, acabam por degradar todas as possíveis funções para que está apto a trabalhar, quanto chances de crescimento profissional e pessoal, influindo na imagem da categoria. Por isso, em defesa da instrução e da qualidade profissional, não apenas trabalhar como secretário, mas estar atualizado com conhec...