Pois bem, chega o momento, depois de uma fase de exaltação obrigatória do espirítico, como refúgio de acontecimentos desagradáveis, em que bate a nostagia ou a falta de alguma coisa. Primeiramente, como uma ansiedade desmedida; a posteriori, uma fome incontrolável, como se nada satisfazesse o seu próprio eu. Então, surge uma memorável alternativa: a válvula de escape. Ela pode ser espontânea ou pensada. Como assim? A espontânea, que já é traduzida pelo próprio termo, surge ao acaso e vem com uma programação sugestiva. Você aceita e vai se divertir, aproveitar o momento. Aliás, nada como uma bela oportunidade nova. Assim, você fica embriagado de uma contagiante vibração de sucesso. Ponto - até que você retorna ao começo. Aliás, o caminho de volta é por um lado bom , por conta do descanso; por outro lado dissonante, devido ao fim da programação de escape. Portanto, novas horas anunciam-se sem ter o que fazer, até recriar um no campo de alternativas. Você fica pensando como algumas pes